DOUBLE

 

 

Forma harmoniosa de gestar, parir e nascer.

Da união de amor dos opostos, no mágico momento quando sêmen e óvulo se tornam um em plenitude e complementação natural, surge a grandeza da vida abençoada por Deus.

A natureza é perfeita em equilíbrio e harmonia, e a natureza feminina permite a mulher conceber, gestar, parir, amamentar e acima de tudo, ser mãe!

Gerar uma nova vida é uma experiência única na vida da mulher. Esta nova fase desperta um sentimento de cuidado e carinho consigo mesma, aguçando suas percepções e seus sentidos. Não raramente, a maternidade permite que desabroche na nova mãe um sentido de compreensão maior da sua realidade, fazendo com que ela mesma crie uma atmosfera de proteção para a chegada de seu bebê.

Visando auxiliar as novas mamães a descobrirem a beleza genuína desta linda etapa de suas vidas, a Equilibrium Terapias Naturais desenvolveu a terapia Gestar Natural.

Manter-se equilibrada, compreender e respeitar as mudanças que ocorrem nessa fase é essencial para uma gestação tranquila e segura, sem medos. Esta é a principal função da terapia Gestar Natural, integrar a mamãe e seu bebê às mais elevadas vibrações, mantendo sua aura limpa e harmonizada, para que também seu corpo, mente e emoções permaneçam saudáveis e fortalecidos.

Por esta razão, a terapia oferece às mamães o acompanhamento de todas as possíveis transformações no corpo, mantendo o campo vibracional equilibrado, unindo corpo, mente, emoção e alma.

E para o bebê, a terapia tem por objetivo contribuir efetivamente na estrutura do desenvolvimento vibracional e consequentemente físico, preparando-o para o nascimento e adaptação ao seu novo mundo.

O trabalho é desenvolvido em duas fases, sendo pré e pós-natal. São realizadas sessões mensais, em média oito sessões de terapia. Ao final, a terapia Gestar Natural também auxilia o preparo para um confiante e harmonioso trabalho de parto ou cesariana com a presença do pai.

Olha que coisa mais linda mais cheia de graça divina. Gestar, parir e nascer é lei da natureza humana. Porque mulheres sabem parir e bebes sabem nascer.

 

 

 

Cada alma tem um horário para nascer. Arcanjos e seres cósmicos de luz dirigem os horários da concepção e do nascimento de todas as crianças. Esses horários também são dirigidos por seres de grande mestria que são os patrocinadores dessa alma, os Padrinhos, por assim dizer. Os horários fazem parte do grande plano de Deus para a vida.

Pense em como você foi maravilhosamente criado, como Deus cuidou pessoalmente e supervisionou com todo o cuidado a sua criação no ventre. Se Deus  ordenou a sua concepção, os seus pais, a sua vida, o seu propósito, a sua razão de ser. Você nasceu no momento preciso, ordenado para o seu ser.

 

Dicas para a futura mamãe

Cuidando do seu corpo

As primeiras transformações em seu corpo são perceptíveis logo no início da gestação: seios mais sensíveis, aumento de peso, enjôos e dores no pé-da-barriga. Mas essas transformações são normais. Vamos detalhar cada uma delas:

 

Seios

Logo no início da gravidez, os seios se tornam mais sensíveis devido às alterações hormonais, e só a pressão exercida pelo sutiã, já incomoda. Uma dica é usar sutiãs mais confortáveis fabricados com tecidos macios e utilizar compressas de água morna, se necessário. Um hidratante de boa qualidade com elastina e colágeno também auxilia a contornar o incômodo. Ao lavar os seios utilize uma esponja vegetal com sabonete neutro lavando as mamas sempre delicadamente e no sentido horário.

 

Cuidando da alimentação

Os enjôos e as azias predominam nos 3 primeiros meses de gestação e sabemos que estas alterações estão relacionada à produção de hormônios que dificultam a digestão. É importante saber os alimentos que devem ser evitados e respeitar os horários das refeições, principalmente nos finais de semana, em festas e viagens. A alimentação equilibrada atende suas necessidades nutricionais levando em conta seu peso, altura, idade e a atividade física que pratica. O horário, a quantidade e a composição das refeições devem ser ajustadas aos hábitos alimentares, ao ritmo de vida e ao metabolismo de cada gestante. O objetivo da alimentação é assegurar os nutrientes necessários ao bom desenvolvimento do feto, garantindo o ganho de peso materno adequado. Uma dieta saudável contém alimentos capazes de fornecer nutrientes como: proteínas, carboidratos, gorduras, vitaminas, sais minerais e fibras na medida certa. A ajuda de seu médico e de uma nutricionista é fundamental para acertar seu cardápio mas algumas dicas valem a pena:

1. No lugar do açúcar refinado, utilize adoçante em pequena quantidade, desde que liberado pelo seu médico após o 3º mês.

2. Evite alimentos condimentados, refeições gordurosas, doces, queijos amarelos, frituras e massas com muito molho. Os refrigerantes e as bebidas alcoólicas também devem ser evitados. Não fique horas em jejum, alimente-se a cada 2 horas com refeições leves como frutas sem cascas, sucos naturais, chás de erva-doce ou cidreira, carnes magras, queijos brancos, leite semi-desnatado e torradas.

 

Uso de vitaminas

A utilização de um polivitamínico durante a gravidez, prescrito pelo seu médico, é importante pois é comprovada a sua eficácia tanto para a gestante quanto para o crescimento e desenvolvimento do feto. Estudos comprovam que a suplementação vitamínica, principalmente o ácido fólico, cerca de 3 meses antes de engravidar, diminuem a ocorrência de má formação fetal. Após a gestação, o consumo de vitaminas e sais minerais enriquece a qualidade do leite materno e não provocam o aumento de peso.

 

Controle de Peso

Fique atenta ao seu controle de peso durante todo o pré-natal; o ideal é engordar de 11kg à 13kg durante os 9 meses. Então o controle deve ser feito já a partir do 1º mês de gestação.

O controle rigoroso do peso é de suma importância devido a alterações metabólicas que podem ocorrer durante toda a gestação, principalmente o surgimento de doenças como diabetes e hipertensão.

Dificuldades respiratórias e de equilíbrio surgem mais comumente quando este aumento de peso é muito acentuado. A recuperação pós parto é muito difícil para a paciente que excede ao peso ideal.

 

Circulação

A gestante deverá utilizar meias elásticas de suave compressão, o que facilita a circulação, evitando microvarizes e inchaços. Ao final do dia deixe as pernas elevadas à 45 graus pelo menos durante 20 minutos após a retirada das meias. Ao descansar procure dormir deitada do lado esquerdo com travesseiro alto e outro apoiando a barriga, favorecendo a circulação sanguínea sua e do bebê. O salto alto é contra indicado pois a medida que a barriga cresce o ponto de equilíbrio se modifica. Prefira sapatos confortáveis de salto baixo e de base larga evitando possíveis quedas. Com o passar dos meses a circulação torna-se mais lenta causando formigamento e diminuição da sensibilidade das mãos e dos pés.

 

Sono

A gestante necessita dormir em média 7 horas por noite para conseguir ter um dia bem disposta. É normal sentir muito sono durante a gestação por questões fisiológicas.

 

Atenção às roupas

Utilize roupas claras, calcinhas e sutiãs de algodão. Evite o sutiã com suporte de aço inferior e, se possível, durma sempre de sutiã - o qual sustentará o peso das mamas evitando as indesejadas estrias e flacidez.

 

Álcool e fumo

As bebidas alcoólicas não devem ser consumidas durante a gravidez exceto uma taça de um bom vinho esporadicamente. A ingestão continuada de bebidas alcoólicas pode levar o bebê a desenvolver a síndrome de abstinência alcoólica fetal, ou seja, ao nascer a criança pode apresentar febre e convulsão entre outros sintomas.

Da mesma forma, o hábito de fumar é totalmente contra-indicado durante a gravidez pois prejudica a entrada de oxigênio ao bebê, retardando seu crescimento além de poder descolar a placenta, causar a ruptura precoce da bolsa d´água e a diminuição do líquido amniótico.

 

Atenção às viagens

Evite trajetos longos e, caso necessite, faça paradas a cada 2 horas para alimentar-se, hidratar-se, urinar e caminhar um pouco. Procure evitar dirigir principalmente em grandes centros pois durante a gestação ocorre a queda acentuada dos reflexos, facilitando as colisões. Use sempre o cinto de segurança. Se precisar dirigir, tenha de preferência um acompanhante ao lado e evite a direção após o 8º mês.

 

Hidratação a pele e exposição ao sol

A hidratação da pele de todo o corpo é importante, pois durante a gestação ocorre o estiramento da pele podendo surgir as estrias; portanto, a hidratação e o controle de peso são extremamente importantes. Tome pelo menos 2 litros de água por dia e evite ao máximo à exposição ao Sol das 10h às 17h. Utilize sempre um protetor solar fator 30 ou 50. Em função da mudança hormonal que ocorre durante a gravidez, a pigmentação da pele pode aumentar, especialmente na região do rosto, onde poderão surgir manchas escuras, sendo assim você deverá usar um protetor facial diariamente pela manhã.

 

Depilação e tinturas

Se houver suspeita de sensibilidade a produtos de depilação, evite-os, especialmente cera quente. Durante os 3 primeiros mês da gestação, não é aconselhada a tintura dos cabelos, pois os produtos químicos podem alcançar a circulação sanguínea e ser tóxico ao feto. Após o 3º mês recomenda-se a utilização de produtos industrializados principalmente sem amônia, aplicando-o de tal forma que não entre em contato com o couro cabeludo, isto é, longe da raiz dos cabelos.

 

Relações sexuais

As relações sexuais devem ser respeitadas de acordo com a vontade da gestante e a orientação médica dada, a fim de evitar riscos, especialmente de parto prematuro ou de infecções ginecológicas por contato sexual. Escolha as posições mais confortáveis que não pressionem o abdomen. É comum a gestante, a partir do 6º mês, perceber o aumento da secreção vaginal e sentir dores vaginais durante a relação. No último mês do pré-natal, as relações sexuais deverão ser suspensas.

 

Higiene íntima

Utilize sempre um bom sabonete líquido para a higiene íntima que deve ser feito pelo menos 2 vezes por dia, evitando corrimentos indesejáveis. Também é normal a gestante se sentir molhada, devido ao aumento fisiológico da lubrificação vaginal. Por isso, oriento a gestante que no final da gravidez use um absorvente tipo carefree.

 

Prática de esportes

A prática de esportes é importante desde que realizada com moderação, respeitando os seus limites e sob orientação de profissionais altamente capacitados. Os exercícios de impacto devem ser evitados. Recomendamos hidroginástica, caminhada, yoga com orientação para gestante, exercícios respiratórios e drenagem linfática. O ideal é a prática de esportes 3 vezes por semana.

 

Dores no corpo

Com o aumento gradual do abdomen ocorre naturalmente um desvio da coluna que poderá provocar fortes dores nas costas além de dores no baixo ventre, que são normais, assim como na virilha e no canal vaginal, como se a vagina estivesse se abrindo. Nessa fase é importante redobrar sua atenção, repousar mais, além do controle rigoroso de seu peso. Cuidado com possíveis quedas, devido ao deslocamento do seu centro de gravidade! No transcorrer da gravidez também podem ocorrer dores na altura das últimas costelas que são causadas devido à expansão da caixa respiratória (pulmão) cuja área do diafragma fica menor e não é por causa dos pezinhos do bebê como muitas pacientes acreditam.

Muitas gestantes reclamam de falta de ar e que se cansam facilmente. Esses sintomas estão relacionados à adaptação cardiorrespiratória que impõe à gestante um ritmo mais lento no seu dia-a-dia. O obstetra deverá sempre realizar uma boa avaliação desses sintomas e se necessário, encaminhá-la ao cardiologista.

 

Visita ao dentista

Dê continuidade ao tratamento dentário em qualquer período da gestação. A anestesia própria para gestante deve ser administrada sempre que necessário. A aplicação de flúor é recomendada beneficiando a gestante e seu bebê. Escove os dentes com mais frequência e utilize o fio dental. Evite a escovação da gengiva que, pelo aumento da sensibilidade e por fatores gestacionais, pode sangrar. O uso de vitamina C diariamente melhora esse sangramento.

 

Cuidado com radiografias (raio-X)

Caso necessário a gestante poderá realizar radiografias (raio-X) desde que esteja com a proteção necessária (avental de chumbo sobre o abdomen) para fins de estudo de fraturas ósseas e suspeita de pneumonia.

 

Preparando o parto

O momento do parto é mágico e é obrigação do obstetra tranquilizar a futura mamãe, passando-lhe segurança e estabelecendo vínculos de confiança entre médico-paciente. Todas as dúvidas em relação ao parto devem ser esclarecidas, inclusive sobre as técnicas anestésicas para que a gestante não sinta medo, evitando pensamentos trágicos. O obstetra está na posição de confidente para a gestante, sendo responsável pela sua gestação e pelo desenvolvimento saudável de seu bebê.

 

Tipos de anestesia

O importante é não ter medo do tipo de parto a ser realizado e da anestesia. A partir do momento em que seu pré-natal foi bem feito e o seu médico é de total confiança, tranquilize-se! É obrigação do médico orientá-la sobre todos os passos do parto e da anestesia, levando em consideração as características da sua paciente. Vale lembrar que o obstetra tem sempre o anestesista de sua confiança, o que propicia um parto mais tranquilo, sem surpresas indesejáveis. Caso possível, a gestante deverá sempre realizar uma consulta pré-anestésica. A anestesia geralmente utilizada nos dias de hoje é a raquianestesia, sendo a mais segura para a gestante.

Fonte: (Dr. Sérgio Luiz Miqueleti - Ginecologista e Obstetra - CRM: 56.966 - Compromisso com a ciência da mulher há 25 anos)   http://sergiomiqueleti.com.br/dicas-para-futuras-mamaes/

 

 

MATÉRIA DEDICADA À TODAS AS GESTANTES, MAMÃES E FUTURAS MAMÃES E TAMBÉM AOS PAPAIS INTERESSADOS EM ACOMPANHAR O DESENVOLVIMENTO MÊS A MÊS DO SEU BEBÊ!

 


 

  • Nos seres  humanos, a gravidez se refere ao estado resultante da fecundação de um óvulo pelo espermatozóide, envolvendo o subsquente desenvolvimento do feto gerado no útero, que dura cerca de 9 meses, até seu nascimento.
  • A idade embriológica da gestação é contada a partir da fecundação do óvulo. No entanto, é praticamente impossível a identificação do momento em que ocorreu a fecundação ou a data correta do coito ou da ovulação. Por isso, convencionou-se contar a idade da gravidez a partir de um marco mais fácil de identificar: o primeiro dia do último período menstrual da mulher. Trata-se da idade obstétrica da gravidez. Quando o clínico ou o ultrassonografista se refere a qualquer idade gestacional, está usando como marco esta data. É evidente que no período entre o início do ciclo menstrual e a fecundação (supostamente ocorrida 14 dias depois do início do ciclo menstrual) ou a nidação (considerando-se o início fisiológico da gravidez na mulher) não há ainda a gravidez. Trata-se de marcador impreciso, mas é o único disponível.
  • A idade gestacional (IG) é definida como o tempo transcorrido entre o primeiro dia da última menstruação (DUM) e a data atual, medido em semanas e dias. A duração da gravidez tendo-se como base a DUM é, em média, de 280 dias ou 40 semanas, 10 meses lunares (de 4 semanas). Devemos nos lembrar que a duração da gestação varia segundo as características da mãe e do concepto. Também pode haver imprecisão na caracterização do último período menstrual.
  • Em aproximadamente 20% dos casos, observa-se discordância entre a idade gestacional calculada pela DUM e aquela estimada pela ultrassonografia. O exame ultrassonográfico é mais preciso para a avaliação da idade gestacional quando efetuado precocemente. Quanto mais precoce o exame, mais precisa esta avaliação. Nesses casos, se a idade calculada pela DUM se situar dentro da margem de erro da estimativa ultrassonográfica (aproximadamente ±1 semana no 1° trimestre da gravidez, ±2 semanas no 2° trimestre da gravidez e ±3 semanas no 3° trimestre da gravidez), ela é aceita como correta. Caso contrário, utiliza-se a idade calculada pela ultrassonografia como datação para a gestação.

 

 

 

   GESTANTE QUE COME DEMAIS

 

 

Durante a gravidez, o bebê e a mãe constroem uma relação bem estreita. O feto cresce semana após semana e precisa dos nutrientes que a gestante ingere para que seu desenvolvimento ocorra sem percalços. Mas as mamães de primeira, segunda e outras viagens precisam dosar a quantidade e a qualidade do que consomem à mesa nessa jornada de nove meses. “Há cada vez mais evidencias de que tanto carência como excessos alimentares durante a gestação são danosos à saúde infantil”, diz a pediatra e nutróloga Fabíola Suano, de São Paulo. 

Quando a gestante abusa das garfadas e engorda acima do limite ideal, pode sem perceber, patrocinar a obesidade no filho que carrega no ventre. “Mulheres que ganham quilos além da conta na gravidez geram bebes com maior volume de massa gorda”, diz Fabíola. Para desvendar o que deixa a garotada fofa de mais, pesquisadores da universidade de Adelaide, na Austrália, dividiram ratas prenhas em dois grupos: um alimentado com ração convencional e outro com ração à base de gordura e açúcar. Eles constataram que os filhotes da segunda ninhada, assim como as mães, preferiam comidas gordurosas. A explicação pode estar no cérebro, já que esses roedores apresentaram níveis maiores de receptores de dopamina, o neurotransmissor do prazer.
  
A atuação dessas substancia é fundamental quando a criança deixa de mamar. “para que entenda que precisa se alimentar, o bebe recebe estímulos cerebrais”, explica o neurocientista Renato Sabbatini, da Universidade Estadual de Campinas, no interior Paulista. “E esse é o papel da dopamina, que faz parte do sistema de recompensas e é produzida, entre outras situações, quando ingerimos lipídios e açúcar.” Em quem come muita gordura, porem, a dopamina não trabalha direito. “A obesidade esta relacionada a uma incapacidade natural de perceber os efeitos prazerosos do sistema de recompensa”, diz o neurocientista Ivan de Araújo, da Universidade Yale, nos Estados Unidos. Logo se o pequeno nasce com mais receptores de dopamina, maior será sua necessidade de ingerir fontes do nutriente ate conseguir se satisfizer.
 

 

DIABETES GESTACIONAL

 

 

Ele é mais um desencadeador de obesidade e hipertensão em crianças e deve ser acompanhado de perto. “Esse tipo de diabete costuma ocorrer em mulheres com predisposição, como as que têm IMC acima de 28 antes de engravidar”, diz a medica Rosane Kupfer, da sociedade brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Combinar atividades físicas com uma alimentação saudável ajuda a prevenir e ate mesmo controlar o problema.

 Mas a influencia da dieta da gravida no futuro do filho vai além do sistema de recompensa cerebral. Também usando ratos, cientistas da universidade de São Paulo revelaram outros riscos associados a maus hábitos alimentares na gestação. Desta vez o alvo foi a quantidade de sal ingerida no período de espera. Eles notaram que as pitadas a mais do condimento contribuíam para a ocorrência de hipertensão quando os filhotes se tornavam adultos. “O aumento da pressão arterial, no caso, é uma característica epigenetica, ou seja, que passa da mãe para o filho sem alterar seu DNA”, explica o clinico geral Joel Claudio Heimann, líder da investigação feita na USP.

O time de Heimann ainda verificou que, por sua vez, sal de menos no prato da gravida pode causar resistência a insulina, quando esse hormônio não da conta de botar o açúcar para dentro das células. “Não esclarecemos por que isso acontece, mas uma das explicações é que, nessas condições, o fluxo de sangue diminuiu nos tecidos, prejudicando o trabalho da insulina”, diz o pesquisador.

Como o trabalho foi realizado só com animais, ainda é preciso averiguar se esses efeitos seriam semelhantes em seres humanos – o que não é improvável. “Ambos são mamíferos e têm tecidos e sistemas parecidos.” A dose de sal indicada pela Organização mundial da Saúde é de 5 gramas por dia – esse valor é o mesmo para gestantes. “Porem, no fim da gravides, recomendamos reduzir as pitadas para evitar retenção de líquidos”, ensina a nutricionista Mariana Del Bosco, da associação para o estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica.

                        

DE OLHO NO PRATO

Uma coisa é certa: a gravida deve ingerir fontes de dois nutrientes imprescindíveis nessa fase. Um deles é o acido fólico. “Ele é essencial no desenvolvimento do tubo neural, estrutura que forma o cérebro e a medula espinhal”, lembra a nutricionista Aline Zeidan, do Hospital Santa Catarina, em são Paulo. A suplementação dessa vitamina geralmente é prescrita na gravidez. Outra substancia que não pode faltar é o ferro, já que previne a anemia. “Ele é encontrado nos vegetais escuros, no feijão e na carne vermelha”, orienta Aline.

O clichê de que as gestantes devem comer por dois merece cautela. “Devemos pensar em qualidade, nunca em quantidade. O obstetra acompanha a gravida e, se necessário, encaminha ao nutricionista”, diz o obstetra Luiz Fernando Leite, do Hospital e Maternidade Santa Joana, em São Paulo. “Cada mulher precisa ser avaliada de acordo com seu peso antes da gestação e receber um atendimento individualizado”, completa Fabiola Suano. Pelo bem dela e do bebê.

                     

PRIVAÇÃO QUE ENGORDA

Um estudo com filhos de mulheres que passaram fome na Segunda Guerra Mundial, nos anos 1940, revelou que a desnutrição materna também causa obesidade. Uma das hipóteses é a de que o organismo das crianças tentaria compensar a privação sofrida na gestação se rendendo à gula ao longo da vida. Além disso, os bebês já nasceriam resistentes à insulina, hormônio que abastece as células com açúcar.

 

 

 ESTÁ CHEGANDO A HORA...  SINAIS DE QUE SEU BEBÊ VAI NASCER

A gravidez dura 280 dias ou 40 semanas, de acordo com os médicos, e nove meses na contagem das mães, mas na verdade todos estes cálculos são aproximados, pois ninguém sabe precisar o dia em que o bebê vai nascer.
A única coisa que os especialistas garantem é que a partir da 37ª semana de gravidez o bebê está pronto para vir ao mundo, mas o parto pode acontecer até a 42ª semana. Qualquer data dentro deste intervalo é considerada absolutamente normal.

Na hora de avaliar se o seu bebê está chegando, seu obstetra não vai se prender somente a matemática – o que mais vai importar são os sinais emitidos pelo seu corpo, os quais precisam ser muito bem interpretados.

As principais pistas de que o seu bebê vai nascer são:

Perda do tampão: O tampão é uma camada de muco que fecha a entrada do colo do útero, a fim de proteger o seu bebê das bactérias que habitam a vagina. O tampão pode sair de uma vez, como uma rolha durinha, ou aos poucos, causando aumento da secreção vaginal, que se torna mais viscosa e pegajosa, com linhas amareladas e às vezes com um pouco de sangue.

Encaixe da cabeça do bebê: talvez você consiga sentir duas alterações sugestivas de que o seu bebê se encaixou na bacia. A barriga pesa mais à medida que seu centro de gravidade se desvia, o que pode fazê-la perder o equilíbrio. Além disso, fica mais fácil você respirar, porque o útero já não pressiona tanto o diafragma. Esta é a boa notícia. Por outro lado, o útero pressiona mais a bexiga, fazendo você ter de correr ao banheiro a todo instante para fazer xixi. De modo geral, o parto acontece 15 dias depois da data em que a cabeça do bebê se encaixou, mas isso geralmente vale para o primeiro filho. Do segundo em diante, o encaixe pode ocorrer até mesmo no dia do nascimento;

Gotas de sangue: pequenas manchas na calcinha são normais. Como o colo do útero está muito inchado e sob pressão contínua da cabeça do seu bebê, esforços físicos, como tosse e relações sexuais, podem provocar o rompimento de alguns vasinhos, sem maiores consequências. Mas se houver sangramento parecido com a menstruação, você deve ir logo para a maternidade;

Rompimento da bolsa: quando um líquido claro semelhante a água sanitária e às vezes com grânulos brancos (como água-de-coco) escorrer pelas suas pernas, significa que a bolsa de líquido amniótico se rompeu. Isso indica que o trabalho de parto está no inicio, por isso você deve ir para a maternidade. Mas não precisa se apavorar, pois dá tempo de ligar para o seu médico e tomar um banho. Apenas se apresse se o líquido tiver cor amarelada ou esverdeada, pois isso indica a presença de fezes do bebê, e ele pode estar em apuros.

Contrações: seu corpo começa a se preparar para o parto desde a 23ª semana de gestação. O útero se enrijece, dando origem às contrações Braxton-Hicks, que são treinamentos que o útero faz como uma preparação para o parto. Até o sétimo mês elas têm intensidade leve e indolor, mas depois tendem a ficar mais frequentes e intensas provocando os famosos alarmes falsos.
As contrações do trabalho de parto são regulares, endurecem toda a barriga e costumam vir acompanhadas de dor, evoluindo até tornarem-se mais fortes e ocorrendo em intervalos cada vez menores. Considera-se início de trabalho de parto quando há pelo menos duas contrações regulares no intervalo de 10 minutos;

Dilatação: em algumas mulheres, o colo do útero começa a abrir 1 ou 2 centímetros no fim da gravidez. Em outras, isso acontece apenas durante o trabalho de parto. Portanto, só a dilatação não significa que seu bebê está preste a nascer. Seu obstetra precisa avaliar outros parâmetros, como a altura da cabeça do bebê, a presença de contrações ritmadas, a espessura e o amolecimento do colo do útero. Para analisar esse conjunto de informações, suas consultas de pré-natal, que eram mensais até 30 semanas de gravidez, passam a ser quinzenais entre a 31ª e 35ª semanas e se tornam semanais da 36ª semana em diante.

Quando a gravidez completa 37 semanas, o bebê tem cerca de 2250 a 3550 gramas e mede em torno de 46 a 48 cm. Todo o seu corpo já se formou. Até o pulmão, último órgão a amadurecer, está pronto para entrar em atividade. O bebê tem plenas condições de viver fora do útero e de se alimentar mamando no seio materno. Nas últimas semanas de gestação, ele limita-se a ganhar peso - 30 gramas por dia. Quanto mais a mãe relaxar no final da gravidez, maior será o ganho de peso da criança.

Seu bebê torna se cada vez mais rechonchudo por causa dos depósitos de gordura - 80% sob a pele e 20% em tomo dos órgãos. Como ele está grande, o espaço para se movimentar no útero fica restrito e a intensidade dos movimentos se reduz. Mas atenção: Se ele não se movimentar por mais de quatro horas, avise seu médico para certificar-se de que tudo está bem, pois esta situação pode significar alguma dificuldade ou diminuição do bem-estar fetal.


Agora que você já sabe identificar os sinais do parto, veja algumas dicas para tornar as últimas semanas de gravidez mais agradáveis:

Não dirija. Aliás, o ideal é abandonar a atividade quando a barriga estiver a menos de 15 cm do volante;
A vida sexual pode seguir normalmente até o final da gravidez, a menos que haja restrições do seu médico;
Se você ainda não visitou a maternidade, vá até lá. Isso ajuda a se familiarizar com o ambiente, com a rotina do hospital e o trajeto de casa até ele;
Continue se exercitando. A atividade física é permitida, desde que bem orientada. Você pode praticar os exercícios enquanto estiver se sentindo bem, a não ser que seu médico a proíba por algum motivo;
Escolha um bom pediatra e marque uma consulta antes mesmo do parto. Você aproveita para conhecê-lo, recebe as primeiras orientações de como cuidar do seu bebê após o nascimento e fica mais tranquila sabendo a quem recorrer depois que sair da maternidade;
Repouse mais e pare de trabalhar 15 dias antes. Quanto mais você descansar nesse período, melhor será o ganho de peso do seu bebê. Além disso, ao deixar de sair de casa para ir ao trabalho, você não se expõe a riscos como, por exemplo, esforços físicos, fumaça de cigarros e a acidentes de trânsito, é claro.

 

 

10 DICAS PARA SE PREPARAR PARA AMAMENTAÇÃO

 

A grande maioria das mulheres ao engravidar planeja, com boas expectativas, amamentar seus filhos logo após o nascimento, ciente de todos os benefícios que esse ato de amor pode trazer. Mas, infelizmente, mesmo com todo o amor no coração e toda boa vontade da alma, muitas não conseguem alimentar seus filhos ou então sofrem muito nesse processo.

Acredito que para diminuir esses problemas e desconfortos, temos que começar a nos preparar para a amamentação desde a gestação. Isso é fundamental. E aqui vão algumas Dicas Valiosas para você que está nessa fase ir se preparando.

As dicas são importantes para as mães de primeira viagem, mas para as experientes também, principalmente se você não teve muito sucesso na sua primeira experiência (não desanime, a nova tentativa pode ser bem diferente). Vamos ver?

       1. Antes  de tudo: converse  com  seu  Médico  sobre  a  amamentação  durante o  Pré Natal.  Peça para ele

          avaliar suas mamas, tirar suas dúvidas,  sugerir  cuidados  específicos,  orientar  sobre  o  processo  e  os

          benefícios do Aleitamento Materno.

       2. Procure realizar, no Hospital onde ganhará seu bebê ou  em outras instituições aonde mora,  Cursos  de

         Gestante, onde profissionais da saúde passam informações valiosas sobre gestação,  parto e amamenta-

          ção.

       3. Para a higiene das mamas ao longo da gestação e pós parto evite o uso de sabonetes em especial com

           hidratantes. Lave apenas com água ou com sabonete neutro como o glicerinado.

      4. Para deixar a pele da mama mais resistente pode usar uma bucha vegetal durante o banho

         (delicadamente para não  machucar), dar banho de sol  nas mamas e usar camisetas sem sutiã  em casa

          para provocar atrito.

       5. Não passe cremes ou óleos hidratantes na região das aréolas mamárias, apenas na pele.

       6. Use sutiã adequado ao volume e forma da sua mama, respeitando o crescimento e  as modificações que

          elas sofrerão na gestação.

       7. Logo após o  parto peça ajuda dos  profissionais que lhe  atenderão  para  as  primeiras  mamadas  para

          realizar  uma  Pega  Correta.   As  maiores  fissuras  e  lacerações  ocorrem  nas  primeiras  mamadas  e

          geralmente por realizar uma pega ruim.

       8. Prepare um ambiente em sua casa calmo  e  confortável  para  você amamentar  pois é muito  importante

          você estar tranquila para esses momentos.

       9. Nas últimas semanas da gestação e logo após o parto você pode usar uma pomada a base de lanolina no

          bico dos seios para ajudar a prevenir e cicatrizar feridas.

      10. Adquira o hábito de beber muita água durante a gestação e o mantenha na amamentação, pois essa é a

            base principal para produzir o leite.

 

 

AMAMENTACÃO E FORMAÇÃO FACIAL DO BEBÊ

 

 

BEBEFÍCIOS DO ALEITAMENTO MATERNO

 

A UNICEF calcula que um milhão e meio de crianças morrem por ano por falta de aleitamento materno. E não se pense que é só nos países do terceiro mundo. Mesmo nos países industrializados muitas mortes se poderiam evitar com o aleitamento materno.

Fonte: Chen A, Rogan WJ. Breastfeeding and the risk of postneonatal death in the United States.

 

A primeira coisa que devemos ter em mente é que a amamentação é um processo fisiológico, natural, mas que precisa ser aprendido.

Nos primeiros meses, o bebê ainda não tem um horário rígido para mamar. Deve-se dar o peito ao bebê sempre que ele pedir. Com o tempo, ele vai fazendo seu horário das mamadas. É isso que que é chamado de aleitamento materno sob livre demanda.

Nos dias de hoje, é totalmente contra indicada a Amamentação Cruzada, ou seja, nenhum bebê deve mamar no seio de uma mulher que não seja a sua mãe. Se a mulher produz leite em excesso e seu bebê “não dá conta” de mamar tanto, deve-se estimular a doação de leite. Todas as cidades do Brasil contam com bancos de leite que fazem esse trabalho e, além disso, o Corpo de Bombeiros (em todo o Brasil) faz coleta de leite materno no domicílio da doadora. Além de estar contribuindo com a saúde dos bebês internados em hospitais, a mulher estará evitando que o excesso de leite que produz prejudique a sua própria saúde!. Excesso de leite nas mamas pode causar ingurgitamento mamário (“leite empedrado”), o que atrapalha a amamentação do seu bebê e pode levar a infecções maternas, causando febre e outros sintomas.

 

       -  O  Leite  Materno  vem  na  medida  para  cada  bebê , em  cada  fase  da  vida.  Ou  seja,  contêm  as

          quantidades ideais  de proteína, carboidrato, gordura, vitaminas,  minerais e  água que  o bebê  necessita.

       -  O Leite Materno é facilmente digerido pelos bebês e não causam alergias ou intolerâncias.

       -  Crianças que recebem Leite Materno tem menor predisposição a cólicas.

       -  O  Leite  Materno  é  rico   em   anticorpos  maternos, que  ajuda a  proteger os  bebês contra  doenças

         infecto-contagiosas.

      -  O  movimento  que  o  bebê   faz  para  a  sucção do  Leite  Materno estimula a  sua  arcada  dentária, a

         fala,  e os movimentos da boca e face.

      -  O Leite Materno já vem pronto, não precisa ser preparado ou  aquecido,  não  precisa  de  utensílios,  não

        acaba.

      -  E ele não tem custo nenhum! É de graça!

      -  Ao amamentar em seu seio, a mamãe tem um contato íntimo  com  o  seu  bebê  incomparável  a qualquer

        outro,  e  além  do  alimento  transmite  carinho,  segurança,  aconchego  ao  seu filho.  Favorece  o  vínculo

        mãe-bebê que está sendo formado.

     -  Amamentar o filho estimula o metabolismo materno e favorece a perda de peso adquirida na gestação.

     -  Amamentar ajuda a prevenir doenças maternas, como o Câncer de Mama e de Ovário.

 

 

8 ALIMENTOS PARA EVITAR ENQUANTO VOCÊ AMAMENTA

 

Quando vamos iniciar a Amamentação temos que tomar cuidado com o que comemos e bebemos, visto que praticamente tudo chegará ao nosso bebê através do leite. Alguns nutrientes são bem vindos, outros pelo contrário, devem ser evitados.

Sendo assim, elaborei uma listinha para você que está se preparando para essa fase. Vamos ver?

      Café:

      A  cafeína presente no café é um estimulante natural, que pode nos ajudar no  dia  a  dia, principalmente  em

     dias  de maior cansaço. Mas, para os bebês esse estímulo não é desejável, prejudica o sono e os deixa  mais

      irritado. O mesmo vale para chás escuros.

      Chocolate:

      Além de também ser estimulante,  o  excesso  de  açúcar  dos  chocolates  pode  deixar  os  pequenos  muito

     agitados, e ainda provocam cólicas.

      Feijão:

      Em especial os grãos, podem provocar gazes e cólicas.

      Refrigerantes:

      Além de não ter valor nutricional, contém muito açúcar, podem deixar os bebê agitados e com cólicas.

      Repolho, couve, couve-flor, brócolis, nabo:

      Vegetais que  podem  alterar o  sabor do  leite, provocar gazes e aumentar a irritabilidade dos  bebês.

      Leite e derivados:

      Podem provocar alergias aos pequenos e também dificultar o  peristaltismo,  aumentando  as  cólicas.

      Álcool:

      Podem dificultar a absorção de nutrientes e o ganho de peso dos pequenos.

      Pimenta e condimentos fortes:

      Podem alterar o gosto do leite e não ser bem aceito.

 

Na verdade é muito difícil fazer uma dieta restringindo totalmente todos esses alimentos.

O que recomendo é que você comece a amamentar cuidando bem da sua alimentação e vá introduzindo aos poucos os alimentos que desejar enquanto observa o seu bebê. Se notar alteração do seu comportamento como agitação, cólicas, diarreia, vômitos…, suspenda o alimento que tenha ingerido e observe melhor. E converse com seu pediatra.

Lembrando sempre que a mulher que amamenta deve se alimentar bem, com várias refeições diárias. Deve também ingerir muita água, a fim de garantir uma boa produção de leite e manter a própria saúde.

http://www.mamaeplena.com.br/oito-alimentos-para-evitar-enquanto-voce-amamenta/